Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-vos profundamente e com todo o afecto da minha alma vos agradeço as aparições da Santíssima Virgem em Fátima para manifestar ao mundo as riquezas do seu coração Imaculado.
Pelos méritos infinitos do Santíssimo coração de Jesus, e do coração Imaculado de Maria, peço-vos que, se for para vossa maior glória e bem das nossas almas, vos digneis conceder-me, por intercessão da Beata Jacinta, a apóstola dos pecadores, a graça que humilde e confiadamente vos peço. Assim seja. P.N, A.M e Glória.
quarta-feira, 2 de março de 2016
Beata Jacinta Marto, vidente de Fátima
Jacinta, a sétima filha do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos, nasceu no lugar de Aljustrel, paróquia de Fátima, no dia 11 de Março de 1910. No dia 19 do mesmo mês recebeu a graça do Baptismo.
Os seus pais, que eram humildes agricultores e piedosos cristãos, deram-lhe uma sã educação moral e religiosa. Desde tenra idade mostrou o gosto pela oração, a preocupação pelas verdades da fé, prudência na escolha das amizades e um sereno espírito de obediência. De índole vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros, se bem que tivesse certa inclinação a dominar e a não ser contrariada tanto que facilmente amuava e era ciosa do que lhe pertencia. Todavia, depois mudou completamente e tornou-se um modelo esplêndido de humildade, de mortificação e de generosidade.
Logo que pôde, começou a trabalhar; em particular foi encarregada de acompanhar o irmão Francisco, um pouco mais velho do que ela, no pastoreio do rebanho. Ambos gostavam de se juntar com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que era também pastora de ovelhas. Deste modo as três crianças, unidas por uma grande amizade, passavam o dia inteiro nesta actividade, que, apesar de custosa, eles executavam diligentemente e com prazer, porque lhes deixava tempo para brincar e para rezar e lhes permitia usufruir das belezas da natureza.
O que inesperadamente lhes mudou a vida, deu-se no ano de 1916: eles disseram ter visto três vezes um anjo que os exortava a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados e para obter a conversão dos pecadores. A partir deste momento; a pequena Jacinta aproveitava todas as ocasiões para fazer o que o anjo lhe pedira.
Desde o dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, juntamente com Francisco e Lúcia, teve o privilégio de ver várias vezes a Virgem Maria no lugar chamado Cova da Iria, perto de Fátima. Cheia de alegria e gratidão pelo dom recebido, quis imediatamente responder com todas as forças à exortação da Virgem Maria que lhes pedia orações e sacrifícios em reparação dos pecados que ofendem a Deus e o Imaculado Coração de Maria e pela conversão dos pecadores.
Ao mesmo tempo dócil à acção da graça, separou-se das coisas terrenas, a fim de se voltar para as coisas celestes e voluntariamente consagrou a sua vida para entrar um dia no paraíso. Estava constantemente mergulhada na contemplação de Deus, em colóquio íntimo com Ele. Procurava o silêncio e a solidão e de noite levantava-se da cama para rezar e livremente expressar o seu amor ao Senhor. Em pouco tempo, a sua vida interior se notabilizou por uma grande fé e por uma enorme caridade.
A propósito disto dizia: «Gosto tanto de Nosso Senhor! Por vezes julgo ter um fogo no peito, mas que não me queima». Gostava muito de contemplar Cristo Crucificado e comovia-se até às lágrimas ao ouvir a narração da Paixão. Então afirmava já não querer cometer pecados para não fazer sofrer Jesus. Alimentou uma ardente devoção à Eucaristia, que visitava frequentemente e durante longo tempo na igreja paroquial, escondendo-se no púlpito, onde ninguém a pudesse ver e distrair.
Desejava alimentar-se do Corpo de Cristo mas isso não lhe foi permitido por causa da idade. Encontrava contudo consolação na comunhão espiritual. De igual modo honrou a Virgem Maria, com um amor terno, filial e alegre e constantemente correspondeu às suas palavras e desejos; muitas vezes honrava-a com a recitação do rosário e com piedosas jaculatórias.
O seu desejo de sofrer tornou-se mais notório durante a longa e grave doença que a atingiu a partir de Outubro do ano de 1918. Contaminada pela epidemia bronco-pulmonar, a que chamavam «espanhola», o seu estado de saúde agravou-se a pouco e pouco, de tal forma que teve de suportar a ideia de ter de ser operada. Sabendo que lhe restava pouco tempo de vida, multiplicou os sacrifícios, as penitências e as privações de forma a cooperar até ao máximo das suas possibilidades na obra da Redenção. Porém, o que lhe custou mais foi o ter de deixar a família a fim de ser tratada no hospital Rainha D. Estefânia, em Lisboa. Prevendo morrer sozinha, isto é, longe dos seus queridos familiares, disse: «Ó meu Jesus, agora podes converter muitos pecadores, porque este sacrifício é muito grande!».
No dia 20 de Fevereiro do ano de 1920 pediu os Sacramentos. Apenas recebeu o Sacramento da Penitência: consciente de estar próxima da morte, pediu o Sagrado Viático, mas o sacerdote, não obstante as suas insistências, adiou-o para o dia seguinte.
Naquele mesmo dia à noite, longe dos pais e dos conhecidos, morreu no hospital de Lisboa, onde desde há algum tempo se encontrava internada. Alcançara finalmente a meta dos seus desejos: a vida eterna.
Os seus pais, que eram humildes agricultores e piedosos cristãos, deram-lhe uma sã educação moral e religiosa. Desde tenra idade mostrou o gosto pela oração, a preocupação pelas verdades da fé, prudência na escolha das amizades e um sereno espírito de obediência. De índole vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros, se bem que tivesse certa inclinação a dominar e a não ser contrariada tanto que facilmente amuava e era ciosa do que lhe pertencia. Todavia, depois mudou completamente e tornou-se um modelo esplêndido de humildade, de mortificação e de generosidade.
Logo que pôde, começou a trabalhar; em particular foi encarregada de acompanhar o irmão Francisco, um pouco mais velho do que ela, no pastoreio do rebanho. Ambos gostavam de se juntar com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que era também pastora de ovelhas. Deste modo as três crianças, unidas por uma grande amizade, passavam o dia inteiro nesta actividade, que, apesar de custosa, eles executavam diligentemente e com prazer, porque lhes deixava tempo para brincar e para rezar e lhes permitia usufruir das belezas da natureza.
O que inesperadamente lhes mudou a vida, deu-se no ano de 1916: eles disseram ter visto três vezes um anjo que os exortava a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados e para obter a conversão dos pecadores. A partir deste momento; a pequena Jacinta aproveitava todas as ocasiões para fazer o que o anjo lhe pedira.
Desde o dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, juntamente com Francisco e Lúcia, teve o privilégio de ver várias vezes a Virgem Maria no lugar chamado Cova da Iria, perto de Fátima. Cheia de alegria e gratidão pelo dom recebido, quis imediatamente responder com todas as forças à exortação da Virgem Maria que lhes pedia orações e sacrifícios em reparação dos pecados que ofendem a Deus e o Imaculado Coração de Maria e pela conversão dos pecadores.
Ao mesmo tempo dócil à acção da graça, separou-se das coisas terrenas, a fim de se voltar para as coisas celestes e voluntariamente consagrou a sua vida para entrar um dia no paraíso. Estava constantemente mergulhada na contemplação de Deus, em colóquio íntimo com Ele. Procurava o silêncio e a solidão e de noite levantava-se da cama para rezar e livremente expressar o seu amor ao Senhor. Em pouco tempo, a sua vida interior se notabilizou por uma grande fé e por uma enorme caridade.
A propósito disto dizia: «Gosto tanto de Nosso Senhor! Por vezes julgo ter um fogo no peito, mas que não me queima». Gostava muito de contemplar Cristo Crucificado e comovia-se até às lágrimas ao ouvir a narração da Paixão. Então afirmava já não querer cometer pecados para não fazer sofrer Jesus. Alimentou uma ardente devoção à Eucaristia, que visitava frequentemente e durante longo tempo na igreja paroquial, escondendo-se no púlpito, onde ninguém a pudesse ver e distrair.
Desejava alimentar-se do Corpo de Cristo mas isso não lhe foi permitido por causa da idade. Encontrava contudo consolação na comunhão espiritual. De igual modo honrou a Virgem Maria, com um amor terno, filial e alegre e constantemente correspondeu às suas palavras e desejos; muitas vezes honrava-a com a recitação do rosário e com piedosas jaculatórias.
O seu desejo de sofrer tornou-se mais notório durante a longa e grave doença que a atingiu a partir de Outubro do ano de 1918. Contaminada pela epidemia bronco-pulmonar, a que chamavam «espanhola», o seu estado de saúde agravou-se a pouco e pouco, de tal forma que teve de suportar a ideia de ter de ser operada. Sabendo que lhe restava pouco tempo de vida, multiplicou os sacrifícios, as penitências e as privações de forma a cooperar até ao máximo das suas possibilidades na obra da Redenção. Porém, o que lhe custou mais foi o ter de deixar a família a fim de ser tratada no hospital Rainha D. Estefânia, em Lisboa. Prevendo morrer sozinha, isto é, longe dos seus queridos familiares, disse: «Ó meu Jesus, agora podes converter muitos pecadores, porque este sacrifício é muito grande!».
No dia 20 de Fevereiro do ano de 1920 pediu os Sacramentos. Apenas recebeu o Sacramento da Penitência: consciente de estar próxima da morte, pediu o Sagrado Viático, mas o sacerdote, não obstante as suas insistências, adiou-o para o dia seguinte.
Naquele mesmo dia à noite, longe dos pais e dos conhecidos, morreu no hospital de Lisboa, onde desde há algum tempo se encontrava internada. Alcançara finalmente a meta dos seus desejos: a vida eterna.
domingo, 28 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Sóis a alegria viva de um amor grandioso!
Faço questão de te amar meu Pai, porque sóis tudo para mim!
Sóis a alegria, sóis a esperança de uma amor profundo,
Beijos e abraços do teu amado filho
B.Lerça
Majestade!
A minha alma alegra-se com o teu divino amor por mim minha mãe!
Sóis tudo para mim, e para os meus irmãos!
Pois te amamos e te queremos para sempre como nossa querida mãe,
beijos e abraços dos vossos filhos terrenos.
B.Lerça
Sóis a Paixão Divino Espírito Santo
Divino Espírito Santo sóis o amor de Deus Pai, Deus filho.
Sóis a alegria dos dois
Sóis a alegria do céu e de toda a humanidade.
Bem hajas Espírito
Santo por toda a Eternidade.
B.Lerça
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Beato Francisco Marto "O consolador de Jesus"
A vocação de Francisco. O anjo de Portugal na sua terceira aparição disse aos pastorinhos de Fátima:« Consolai o vosso Deus». Estas palavras impressionaram profundamente o Francisco. Consolar Nosso Senhor foi o seu ideal.
« Enquanto a Jacinta parecia preocupada com o único pensamento de converter pecadores...
ele parecia só pensar em consolar a Nosso Senhor e a Nossa Senhora que lhe tinham parecido estarem tão tristes» (Lúcia).
Quando a prima , cheia de dúvidas, resolveu não voltar à Cova da Iria, o Francisco animava-a: « Mas que triste»! ou então: « Deixa lá. Não nos disse Nossa Senhora que íamos ter muito que sofrer para reparar a Nosso Senhor e o seu Imaculado Coração, de tantos pecados com que são ofendidos? Eles estão tristes! Se com estes sofrimentos os pudermos consolar, já ficamos contentes».
Ao lembrar-se, à hora da morte, das pequenas faltas que tinha cometido, soluçava: « Se calhar é por causa destes pecados que eu fiz, que Nosso Senhor está tão triste! Mas eu, ainda que não morresse, nunca mais os tornava a fazer»
Nossa Senhora nas duas primeiras aparições fez incidir sobre os pastorinhos um reflexo de luz, pela qual se viram em Deus. O Francisco dizia depois: « Nós estávamos a arder naquela luz que é Deus e não nos queimávamos...Mas que pena ele estar tão triste! Se eu o pudesse consolar!»
Os seus gostos « Gosto tanto de Deus! Mas ele está tão triste por causa de tantos pecados!... Nós nunca havemos de fazer nenhum!»
«Francisco- pergunta-lhe Lúcia- de que é que gostas mais: é de consolar a Nosso Senhor ou de converter os pecadores?
- Gosto mais de consolar a Nosso Senhor. Não reparaste como Nossa Senhora ainda no último mês ( 13 de Outubro), se pôs tão triste quando disse que não ofendessem a Nosso Senhor e depois converter os pecadores para que não o ofendem mais».
A Jacinta lembrava-lhe: « - Não tens pena dos pecadores? - Tenho. Mas tenho ainda mais pena de Nosso Senhor. Queria mesmo consolá-lo».
Rezar e sofrer. O Francisco gostava de estar sozinho. Encontravam-no a miúdo « de joelhos», a rezar ou a pensar, como dizia, em Nosso Senhor, triste por causa de tantos pecados!»
« Mas que estás tu aqui a fazer há tanto tempo?- pergunta-lhe Lúcia.- Estou a pensar em Deus que está tão triste por causa de tantos pecados! Se eu fosse capaz de lhe dar alegria!».
O seu lugar preferido era a igreja. Ali ficava horas esquecidas, a consolar « Jesus escondido».
Ás vezes recomendava às companheiras: « Vocês agora olhem pelas ovelhas, enquanto eu fazer um bocadinho de companhia a Jesus escondido. Queria tanto consolá-lo...»
Ás orações untava os sacrifícios. « Olha,- segredava ele à prima, - Nosso Senhor ainda está tão triste? Eu ofereço-lhe todos os sacrifícios que posso arranjar».
Durante a doença perguntava-lhe: « Sofres muito, Francisco?- Bastante, mas não importa, sofro para consolar Nosso Senhor».
Consolar celeste. Na doença, exclamava: « Já me falta pouco para ir para o céu. Lá vou consolar muito a Nosso Senhor e a Nossa Senhora».
Na véspera de morrer diz à Lúcia: « olha, estou muito ,mal. Já me falta pouco para ir para o céu. - Então, vê lá, não te esqueças de lá pedir muito pelos pecadores, pelo Santo Padre, por mim, e pela Jacinta.- Sim, peço,- responde ele- mas olha essas coisas pede-as antes à Jacinta; que eu tenho medo de me esquecer vir a Nosso Senhor. E depois eu antes o quero consolar».
João Paulo II, a 13 de Maio de 2000, no Santuário de Fátima, beatificou os pastorinhos Francisco e Jacinta.
Novena ao Beato Francisco
Santíssima Trindade, Pai, Filho o Espírito Santo, adoro-vos profundamente e com todo o afecto da minha alma vos agradeço as aparições da Santíssima Virgem em Fátima para manifestar ao mundo as riquezas do seu Coração Imaculado.
Pelos méritos infinitos
o Santíssimo Coração de Jesus, e do coração imaculado de Maria, peço-vos que, se for para vossa maior glória e bem das nossas almas, vos digneis conceder-me, por intercessão do Beato Francisco, o consolador de jesus, a graça que humilde e confiadamente vos peço. Assim seja. P.N.A.M e glória
Pede-se o obséquio de enviar relações de graças e esmolas á: Postulação dos Pastorinhos- Apartado 6-2496-908 Fátima. PORTUGAL.
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