sexta-feira, 11 de março de 2016

Deus nos ama e quer ser amado!


Devemos ter um amor cheio de amizade para com Deus pois Deus nos ama acima de tudo.

B.Lerça

Deus é a nossa Felicidade

Sinto-me Feliz pois Deus me ama e me quer bem, é a minha alegria, é a minha razão de viver.
Sem Deus a vida não teria fundamento nenhum na minha existência
Mas como Deus existe eu o amo com muito amor, e quero sempre amá-lo com entusiasmo e felicidade pois Deus é felicidade.

                                                                                    B.Lerça

quarta-feira, 9 de março de 2016

Irmã Lúcia de Jesus Rosa dos Santos


Lúcia nasceu no lugar de Aljustrel, próximo de Fátima, filha de António dos Santos e de sua mulher (casados em Fátima, Ourém, a 19 de Novembro de 1890) Maria Rosa (6 de Julho de 1869) e irmã mais nova de sete: Maria dos Anjos, Teresa de Jesus Rosa dos Santos, Manuel Rosa dos Santos, Glória de Jesus Rosa dos Santos, Carolina de Jesus Rosa dos Santos e Maria Rosa.

Tinha dez anos e era completamente analfabeta quando alegadamente viu, pela primeira vez, Nossa Senhora na Cova da Iria, juntamente com os primos Jacinta e Francisco Marto. Lúcia foi a única dos três primos que falava com a Virgem Nossa Senhora, sua prima Jacinta ouvia mas não falava e Francisco nem sequer ouvia as palavras de Nossa Senhora, e como tal era a portadora do Segredo de Fátima. Nos primeiros tempos, a hierarquia católica revelou-se céptica sobre as afirmações dos Três Pastorinhos e foi só a 13 de Outubro de 1930 que o bispo de Leiria tornou público, oficialmente, que as aparições eram dignas de crédito. A partir daí, o Santuário de Fátima ganhou uma expressão internacional, enquanto a irmã Lúcia viveu cada vez mais isolada.

Em 17 de Junho de 1921, o Bispo de Leiria, Dom José Alves Correia da Silva, proporcionou a sua entrada no colégio das irmãs doroteias em Vilar, Porto, alegadamente para a proteger dos peregrinos e curiosos que acorriam cada vez mais à Cova da Iria e pretendiam falar com ela. Professou como doroteia em 1928, em Tui, Espanha, onde viveu alguns anos.

Em 1946 regressou a Portugal e, dois anos depois, entrou para a clausura do Carmelo de Santa Teresa em Coimbra, onde professou como carmelita a 31 de Maio de 1949. Foi neste convento que escreveu dois volumes com as suas Memórias e os Apelos da Mensagem de Fátima. Em 1991, quando o Papa João Paulo II visitou Fátima, convidou a irmã Lúcia a deslocar-se ali e esteve reunido com ela doze minutos. Antes, já se tinha encontrado também em Fátima com o Papa Paulo VI.

Lúcia morreu no dia 13 de Fevereiro de 2005, aos 97 anos, no Convento Carmelita de Santa Teresa em Coimbra. O Papa João Paulo II, nesta ocasião, rezou por Irmã Lúcia e enviou o Cardeal Tarcisio Bertone para o representar no funeral. Em 19 de Fevereiro de 2006 o seu corpo foi trasladado de Coimbra para o Santuário de Fátima onde foi sepultada junto dos seus primos.




ORAÇÃO 

SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA, por intercessão da Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, coloco-me diante da Senhora, suplicando fervorosamente que consiga de DEUS, a graça da Beatificação de Sua tão querida e fiel pastora de Fátima, Irmã Lúcia. E por meio dela, imploro a Sua imensa bondade e Maternal carinho, para que acolha as minhas orações, que humildemente envio ao Seu IMACULADO E SAGRADO CORAÇÃO, suplicando-Lhe o precioso auxílio, de alcançar de NOSSO SENHOR a graça que necessito (... dizer a graça solicitada...). Tenho confiança de que vou recebê-la, se esta for a Vontade Suprema de nosso DEUS e CRIADOR. E por isso, diante DELE, prostrado (a) de joelhos respeitosamente tudo aceito, com fiel e total resignação. Amém.
Rezar esta Oração durante nove (9) dias seguidos, acrescentando:
1 PAI NOSSO + 1 AVE MARIA + 1 GLÓRIA.

sábado, 5 de março de 2016

Oração ao Menino Jesus Rei


Amabilíssimo Senhor Nosso, Jesus Cristo, que fazendo-vos por amor de nós Menino, quisestes nascer num estábulo para nos livrar das trevas do pecado, para nos atrair e nos inflamar no vosso santo amor; nós vos adoramos como a nosso criador e Redentor, vos reconhecemos e queremos como a nosso rei e senhor, e vos oferecemos em tributo todos os afectos do nosso pobre coração.
Amado Jesus, Senhor e Deus nosso, dignai-vos aceitar esta oblação, e para que seja digna do vosso agrado, perdoai-nos as nossas culpas, iluminai-nos, abrasai-nos com aquele fogo santo que viestes trazer ao mundo para se atear em nossos corações. Torne-se por este modo a nossa alma um altar, para oferecer sobre ele o sacrifício da nossa mortificação; fazei que a nossa alma procure sempre a vossa maior glória aqui na terra, para que um dia passe a gozar as vossas belezas infinitas no céu, Assim seja.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Novena à Jacinta

Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-vos profundamente e com todo o afecto da minha alma vos agradeço as aparições da Santíssima Virgem em Fátima para manifestar ao mundo as riquezas do seu coração Imaculado.
Pelos méritos infinitos do Santíssimo coração de Jesus, e do coração Imaculado de Maria, peço-vos que, se for para vossa maior glória e bem das nossas almas, vos digneis conceder-me, por intercessão da Beata Jacinta, a apóstola dos pecadores, a graça que humilde e confiadamente vos peço. Assim seja. P.N, A.M e Glória.

Beata Jacinta Marto, vidente de Fátima



Jacinta, a sétima filha do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos, nasceu no lugar de Aljustrel, paróquia de Fátima, no dia 11 de Março de 1910. No dia 19 do mesmo mês recebeu a graça do Baptismo.
Os seus pais, que eram humildes agricultores e piedosos cristãos, deram-lhe uma sã educação moral e religiosa. Desde tenra idade mostrou o gosto pela oração, a preocupação pelas verdades da fé, prudência na escolha das amizades e um sereno espírito de obediência. De índole vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros, se bem que tivesse certa inclinação a dominar e a não ser contrariada tanto que facilmente amuava e era ciosa do que lhe pertencia. Todavia, depois mudou completamente e tornou-se um modelo esplêndido de humildade, de mortificação e de generosidade.
Logo que pôde, começou a trabalhar; em particular foi encarregada de acompanhar o irmão Francisco, um pouco mais velho do que ela, no pastoreio do rebanho. Ambos gostavam de se juntar com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que era também pastora de ovelhas. Deste modo as três crianças, unidas por uma grande amizade, passavam o dia inteiro nesta actividade, que, apesar de custosa, eles executavam diligentemente e com prazer, porque lhes deixava tempo para brincar e para rezar e lhes permitia usufruir das belezas da natureza.
O que inesperadamente lhes mudou a vida, deu-se no ano de 1916: eles disseram ter visto três vezes um anjo que os exortava a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados e para obter a conversão dos pecadores. A partir deste momento; a pequena Jacinta aproveitava todas as ocasiões para fazer o que o anjo lhe pedira.
Desde o dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, juntamente com Francisco e Lúcia, teve o privilégio de ver várias vezes a Virgem Maria no lugar chamado Cova da Iria, perto de Fátima. Cheia de alegria e gratidão pelo dom recebido, quis imediatamente responder com todas as forças à exortação da Virgem Maria que lhes pedia orações e sacrifícios em reparação dos pecados que ofendem a Deus e o Imaculado Coração de Maria e pela conversão dos pecadores.
Ao mesmo tempo dócil à acção da graça, separou-se das coisas terrenas, a fim de se voltar para as coisas celestes e voluntariamente consagrou a sua vida para entrar um dia no paraíso. Estava constantemente mergulhada na contemplação de Deus, em colóquio íntimo com Ele. Procurava o silêncio e a solidão e de noite levantava-se da cama para rezar e livremente expressar o seu amor ao Senhor. Em pouco tempo, a sua vida interior se notabilizou por uma grande fé e por uma enorme caridade.
A propósito disto dizia: «Gosto tanto de Nosso Senhor! Por vezes julgo ter um fogo no peito, mas que não me queima». Gostava muito de contemplar Cristo Crucificado e comovia-se até às lágrimas ao ouvir a narração da Paixão. Então afirmava já não querer cometer pecados para não fazer sofrer Jesus. Alimentou uma ardente devoção à Eucaristia, que visitava frequentemente e durante longo tempo na igreja paroquial, escondendo-se no púlpito, onde ninguém a pudesse ver e distrair.
Desejava alimentar-se do Corpo de Cristo mas isso não lhe foi permitido por causa da idade. Encontrava contudo consolação na comunhão espiritual. De igual modo honrou a Virgem Maria, com um amor terno, filial e alegre e constantemente correspondeu às suas palavras e desejos; muitas vezes honrava-a com a recitação do rosário e com piedosas jaculatórias.
O seu desejo de sofrer tornou-se mais notório durante a longa e grave doença que a atingiu a partir de Outubro do ano de 1918. Contaminada pela epidemia bronco-pulmonar, a que chamavam «espanhola», o seu estado de saúde agravou-se a pouco e pouco, de tal forma que teve de suportar a ideia de ter de ser operada. Sabendo que lhe restava pouco tempo de vida, multiplicou os sacrifícios, as penitências e as privações de forma a cooperar até ao máximo das suas possibilidades na obra da Redenção. Porém, o que lhe custou mais foi o ter de deixar a família a fim de ser tratada no hospital Rainha D. Estefânia, em Lisboa. Prevendo morrer sozinha, isto é, longe dos seus queridos familiares, disse: «Ó meu Jesus, agora podes converter muitos pecadores, porque este sacrifício é muito grande!».
No dia 20 de Fevereiro do ano de 1920 pediu os Sacramentos. Apenas recebeu o Sacramento da Penitência: consciente de estar próxima da morte, pediu o Sagrado Viático, mas o sacerdote, não obstante as suas insistências, adiou-o para o dia seguinte.
Naquele mesmo dia à noite, longe dos pais e dos conhecidos, morreu no hospital de Lisboa, onde desde há algum tempo se encontrava internada. Alcançara finalmente a meta dos seus desejos: a vida eterna. 

domingo, 28 de fevereiro de 2016